Você olha ou você vê?
  Você ouve ou você escuta?

  Muitas vezes perdemos grandes oportunidades de crescimento pelo simples fatos de não ver algumas coisas que estão diante de nossos olhos.


  Muitas vezes erramos o alvo pelo simples fato de não termos escutado um conselho ou mesmo, a voz de Deus dentro de nós. Apenas o ouvimos, mas não damos atenção.


  O pior disso tudo é que depois, quando o tempo passa, nós acabamos identificando o momento em que erramos. Como sabemos que poderíamos ter tomado outro caminho, o tal do REMORSO toma conta de nossas mentes, e acabamos por nos condenar a nós mesmos [inutilmente] por conta da decisão que tomamos naquela época.


Há algum tempo atrás, vi uma postagem no Facebook sobre um rapaz de 26 anos que havia se enforcado. Pensei comigo: "Puxa vida, que pena. O rapaz tão novo se matar". E ficou por isso. Comecei a ler os comentários daquela imagem e me espantei com o de uma mulher. Não me lembro bem como era o comentário, mas dizia mais ou menos:

  -"Minha mãe está na UTI a alguns anos, lutando para sobreviver e agora vejo uma coisa dessas. Por que meu Deus?".
  Parei para pensar e senti duas coisas que gostaria de tratar aqui:

  Por que eu não senti maior tristeza?
  Nos dias de hoje, uma morte é algo tão comum pra o homem, que falar sobre a morte de pessoas é assunto de crianças no colégio. Já parou pra pensar o que é uma morte? A morte é o selo da alma. É o último ato do homem carnal diretamente para com Deus. A morte é o fim da atitude humana, em carne. É o fim do sonho. É a última pergunta da prova. É o último momento antes da eternidade. É algo que é "bom" e "ruim", ao mesmo tempo.
  Por que não senti maior tristeza, se a morte é tudo isso? Fiquei indignado comigo mesmo, quando notei que o meu senso sobre a vida humana estava cego. É isso mesmo: Eu tinha olhei a cena, mas não a vi.

  Por que alguém comete este tipo de atitude?

  Entre o remorso e o arrependimento, há uma distância imensa. Após decidimos o caminho que queremos tomar, é que podemos andar a beira desse abismo, ou subir os degraus no arrependimento, rumo ao perdão.
  O remorso, pelo contrário, apenas nos leva a morte. É o que leva as pessoas a buscar pela morte.

https://jsfiddle.net/coutinhoemerson/a6cjnjuv/77/
[incompleto]

Por que e pra que tanta decepção?

Será que Deus é injusto ao permitir que soframos?

Muitas vezes culpamos a Deus por algo que nunca dá certo em nossas vidas e isso não é algo bom.

É como se o ser humano fosse feito somente para ser feliz e nada mais. É maravilhoso ocupar nosso tempo fazendo algo agradável e que nos seja prazeroso, não é mesmo? Mas já se perguntou por que somos assim?

Já viu alguém feliz as 4:00 da manhã, após uma noite de Oktoberfest? (não tenho nada contra a festa em sua natureza principal). O mesmo ocorre em qualquer festa onde o objetivo principal é satisfazer as vontades da carne.

Nós somos dependentes da vida e o prazer é nossa droga. Buscamos sempre fazer o que queremos e quando queremos por que seguimos nossos prazeres. Afinal, somos viciados neles. Se pensamos assim, então por que reclamamos da vida?

Nós colhemos o que plantamos e ponto! Alguns olharão para trás e verão que realmente não semearam frutas boas. Outros olharão para trás e se perguntarão: “- Mas eu sempre fui uma boa pessoa, fui honesto e tudo mais e ainda assim só tenho na minha vida sofrimento.” – a estes digo que o tempo de hoje pode não ser o tempo da colheita. Acautele-se. O sol é quente e o trabalho é árduo. Se quiser colher coisas boas, continue as semeando.

A boa ação não faz ‘um ser melhor que o outro’, mas nos torna pessoas mais toleráveis.

-debate “individualmente público”
O problema de alguns de nossos melhores prazeres é que estes envolvem outras pessoas.

“Como assim, problema? É o compartilhamento da minha felicidade ou prazer com alguém, ora.” – mas esta felicidade compartilhada será eterna ou você só sentirá isso novamente quando praticar do ato mais uma vez? Se seu prazer depende de reações alheias, o seu “alguém” torna-se um objeto descartável.

“Ah, mas se é um prazer compartilhado, ambos sentem a mesma coisa. Isso não é bom ainda que um use o outro?” – experimente usar qualquer objeto demais e você entenderá o que eu digo e onde quero chegar.

Tudo em nossa vida, quando usado demais, nos proporciona algum tipo de enjôo ou insatisfação ao menos que, de alguma forma, isso prejudique a nossa saúde (drogas). Ou seja, abusar do uso de algo não é bom em aspecto algum.

Compare a felicidade a um pequeno broche de ouro maciço. Quando está preso a você, todos podem vê-lo desde que queiram o enxergar. É pequeno e por isso, quando não está preso em você, pode-se perdê-lo facilmente. Basicamente todos querem este broche, mas não sabem onde encontrar o verdadeiro e acabam “comprando” um broche pirata que no máximo é folheado a ouro ou até mesmo é uma bijuteria barata. Os que tentam obter o broche de forma mais fácil, muitas vezes o conseguem. Mas a durabilidade dele é muito, mas muito inferior a durabilidade do broche original e verdadeiro. Geralmente “aguentam” no máximo uma noite. Tendo o perdido, do dia seguinte em diante esperam a oportunidade de comprá-lo novamente, mas acostumados com a pirataria, não percebem que a qualidade é inferior.

Já se perguntou de onde vem a sua felicidade?

Olhe no passado e tente lembrar a última vez que foi feliz.
Não, melhor. Tente lembrar quando o broche da felicidade ficou preso em você. Por quanto tempo ele permaneceu?

Só há uma “Pessoa” que não é capaz de nos decepcionar. Se você fica com alguém por que acha que esse alguém te faz feliz, tome muito cuidado! Se um dia ele tropeçar, o broche cairá e é bem possível que você o perca.

Se você faz alguma coisa, por que isso te deixa feliz, cuidado! Você acabará se ‘auto-condenando’ quando errar.

Agora você deve estar se perguntando: “- Onde, então, está esta bendita ‘verdadeira felicidade’... se você diz que não podemos a encontrá-la aqui?” – saia lá fora, olhe pra cima e você verá de onde vem a verdadeira felicidade. Você não paga nada por ela e ela nunca cai de você.

Seja feliz pelo que você é e não pelo que você fez ou faz. Nem pelo que outros fazem por você.

Anseio que todos encontrem o broche de ouro maciço.
Relacionamento humano – Isso é um negócio “difícil” de lidar. Para alguns, é até um problema por que dizem não ser compreendidos, quando na verdade isso ocorre por que não se expressam muito bem.
Para outros é simples assim: “É só falar o que ele quer ouvir.” – Agir assim é esconder nossa personalidade. Escondendo nossa personalidade, impedimos que o próximo nos conheça e isso traz duas conseqüências ruins: Ou seremos vistos como falsos, embora não sejamos; ou seremos falsos naturalmente. [aquele mais ignorante diria: “Que se dane! Eu não ligo pro que pensam de mim. Eu vivo a minha vida e se f#d@ o resto!” - Diria que pessoas assim se acham o Sol* na via Láctea].

Particularmente acredito que conflitos ocorrem por falta de expressão, tanto da direita quanto da esquerda. Só não somos compreendidos quando não nos expressamos bem. Nós sabemos onde queremos chegar, o outro não. Mas ai é que está o ponto foco desta postagem: Como vou definir o que é se expressar bem se não sei a linha de pensamento do outro?
A resposta é curta e direta: Pergunte!

É importante também deixar bem claro que cada um é cada um. Ninguém é exatamente igual. Todos nós vivemos com base no que aprendemos no decorrer de nossa vida e muitas vezes (pra não dizer sempre), as experiências que vivemos influenciam, e muito, nossa personalidade.

Clique no botão abaixo caso queira ler o trecho opcional:

Se tivéssemos o hábito de querer entender aonde o outro quer chegar, com certeza saberíamos expor com mais clareza nossos pontos de vista. Quer um exemplo?

- Uma pessoa leva algum tempo para expor toda a situação com cautela, detalhando bem os fatos. Supomos aqui que isso leva cerca de dez minutos. Quando toda a situação for explicada, simplesmente questione: Em que eu posso lhe ajudar? Ou: O que você quis dizer com isso, exatamente? Ou mesmo: Qual seu objetivo?

Com toda a certeza, a resposta desta pergunta abrirá vários ângulos de visão. Assim chegaremos a um consenso mais facilmente.

Segue algumas 'dicas' infalíveis para satisfação da personalidade alheia, seja quão dura ela for:

Evite ser bajulador - Mais conhecido como “puxa-saco”; Quer fazer algo para mostrar sua capacidade? Faça por se importar com o próximo: Se não for assim, será cansativo e não levará a lugar algum.

Flexibilidade interpessoal - Busque entrar em consenso sem medo de ter que abrir mão se sua opinião/sugestão: Essa característica tem elo com a seguinte.

Respeitabilidade - Dê vez ao próximo, pois os últimos são os primeiros: Se sua opinião for mais útil, precisarão dela mais tarde.

Delicadeza: Evite ser direto demais: Nossas ações influenciam a ação do próximo, pois para cada ação, há uma reação.

Amabilidade - É fácil ensinar castigando ou condenando, mas é mais eficiente e menos dolorido ensinar amando.

Gentileza - Procure ser gentil no falar, bem como no agir, mas seja ágil no pensar.

Firmeza - Tente transmitir o maior número de informações no menor espaço de tempo possível: Isso define seu modo de expressão, por isso, dê detalhes somente quando for inevitável.

Ser verdadeiro: A verdade é rápida e fácil de sair: Quanto mais verdade houver no que está dizendo, mais rápido poderá se expressar, evitando assim, a fadiga alheia.

Palavra do autor: Não tenho a intenção de escrever um blog de auto-ajuda se é isso que parece;
Pra mim, essas coisas que escrevo são tão automáticas que no começo imaginava que todos nós nascíamos com essa percepção – e digo: Realmente nascemos com isso mas a deixamos de lado quando “comemos do fruto proibido”.
Não, eu não me acho perfeito. Sou imperfeito como todos nós, mas vou morrer tentando ser o segundo cara perfeito que já habitou entre nós. Prepotência? Não! Apenas personalidade.

Obrigado por ler.