#16 RH: Personalidade x Personalidade = Conflito

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Relacionamento humano – Isso é um negócio “difícil” de lidar. Para alguns, é até um problema por que dizem não ser compreendidos, quando na verdade isso ocorre por que não se expressam muito bem.
Para outros é simples assim: “É só falar o que ele quer ouvir.” – Agir assim é esconder nossa personalidade. Escondendo nossa personalidade, impedimos que o próximo nos conheça e isso traz duas conseqüências ruins: Ou seremos vistos como falsos, embora não sejamos; ou seremos falsos naturalmente. [aquele mais ignorante diria: “Que se dane! Eu não ligo pro que pensam de mim. Eu vivo a minha vida e se f#d@ o resto!” - Diria que pessoas assim se acham o Sol* na via Láctea].

Particularmente acredito que conflitos ocorrem por falta de expressão, tanto da direita quanto da esquerda. Só não somos compreendidos quando não nos expressamos bem. Nós sabemos onde queremos chegar, o outro não. Mas ai é que está o ponto foco desta postagem: Como vou definir o que é se expressar bem se não sei a linha de pensamento do outro?
A resposta é curta e direta: Pergunte!

É importante também deixar bem claro que cada um é cada um. Ninguém é exatamente igual. Todos nós vivemos com base no que aprendemos no decorrer de nossa vida e muitas vezes (pra não dizer sempre), as experiências que vivemos influenciam, e muito, nossa personalidade.

Clique no botão abaixo caso queira ler o trecho opcional:

Se tivéssemos o hábito de querer entender aonde o outro quer chegar, com certeza saberíamos expor com mais clareza nossos pontos de vista. Quer um exemplo?

- Uma pessoa leva algum tempo para expor toda a situação com cautela, detalhando bem os fatos. Supomos aqui que isso leva cerca de dez minutos. Quando toda a situação for explicada, simplesmente questione: Em que eu posso lhe ajudar? Ou: O que você quis dizer com isso, exatamente? Ou mesmo: Qual seu objetivo?

Com toda a certeza, a resposta desta pergunta abrirá vários ângulos de visão. Assim chegaremos a um consenso mais facilmente.

Segue algumas 'dicas' infalíveis para satisfação da personalidade alheia, seja quão dura ela for:

Evite ser bajulador - Mais conhecido como “puxa-saco”; Quer fazer algo para mostrar sua capacidade? Faça por se importar com o próximo: Se não for assim, será cansativo e não levará a lugar algum.

Flexibilidade interpessoal - Busque entrar em consenso sem medo de ter que abrir mão se sua opinião/sugestão: Essa característica tem elo com a seguinte.

Respeitabilidade - Dê vez ao próximo, pois os últimos são os primeiros: Se sua opinião for mais útil, precisarão dela mais tarde.

Delicadeza: Evite ser direto demais: Nossas ações influenciam a ação do próximo, pois para cada ação, há uma reação.

Amabilidade - É fácil ensinar castigando ou condenando, mas é mais eficiente e menos dolorido ensinar amando.

Gentileza - Procure ser gentil no falar, bem como no agir, mas seja ágil no pensar.

Firmeza - Tente transmitir o maior número de informações no menor espaço de tempo possível: Isso define seu modo de expressão, por isso, dê detalhes somente quando for inevitável.

Ser verdadeiro: A verdade é rápida e fácil de sair: Quanto mais verdade houver no que está dizendo, mais rápido poderá se expressar, evitando assim, a fadiga alheia.

Palavra do autor: Não tenho a intenção de escrever um blog de auto-ajuda se é isso que parece;
Pra mim, essas coisas que escrevo são tão automáticas que no começo imaginava que todos nós nascíamos com essa percepção – e digo: Realmente nascemos com isso mas a deixamos de lado quando “comemos do fruto proibido”.
Não, eu não me acho perfeito. Sou imperfeito como todos nós, mas vou morrer tentando ser o segundo cara perfeito que já habitou entre nós. Prepotência? Não! Apenas personalidade.

Obrigado por ler.

Santo Antônio (45 234)

Autor

Emerson Coutinho é natural de uma pequena cidade do interior de São Paulo - Pauliceia. Aos 18 anos, resolver ir embora da casa de seus pais em busca de destaque profissional e conhecimento! Tudo que ele tinha era uma mala e uma vontade tremenda de fazer as coisas darem certo. Se converteu ao cristianismo aos 20 anos e desde então, é membro ativo da Primeira Igreja Batista Pioneira em Blumenau, Santa Catarina.

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